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28, Jun 2018

Érica

“Fechando os olhos a todas as indicações da Organização Mundial de Saúde, António Costa recusou-se a responder ou a emitir uma posição sobre as taxas epidémicas de cesarianas no Debate Quinzenal desta semana, argumentando que se tratam de questões técnicas e não políticas. Não posso estar mais em desacordo com quem lidera um partido que se diz progressista. Claro que a humanização dos partos e os direitos das mulheres grávidas são matéria política fundamental!

Recordando a mensagem da ex-Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, num encontro sobre este tema em 2016, talvez precisemos criar, sem vergonha, um contexto político, económico, social e cultural para "Nascer em Amor"!"



https://www.sabado.pt/opiniao/convidados/andre-silva/detalhe/como-se-nasce-em-portugal-ou-a-estranha-desvalorizacao-das-cesarianas?ref=SEC_Destaque_opiniao

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